Confira uma galeria das mais impactantes campanhas publicitárias em prol do meio ambiente. Feitos por empresas e ONGs, os anúncios chamam atenção para as ameaças sobre o futuro da Terra, o aquecimento global, a perda de biodiversidade, a responsabilidade humana sobre tantos impactos ma natureza e a necessidade de ser sustentável, pensando nas próximas gerações.

O diretor da campanha acima - que mostra a imagem impactante de uma menina que pode ser enforcada, se o gelo continuar derretendo devido ao aquecimento global –, Fred Claviere da ACT-Responsible, diz que é necessário fazer com que as pessoas reajam e o assunto é urgente demais para não apelar para esse tipo de imagem. E você, o que acha?
Lena, uma ceramista dos Estados Unidos, resolveu criar uma camiseta realmente sustentável. Como diz a estampa, a peça é compostável, ou seja, se desintegra integralmente na natureza, tornando-se adubo. Para isso, em vez de usar plastisol – material normalmente usado para impressões em roupas -, Leda imprimiu sua estampa com tinta à base de água e produziu a camiseta com 100% de algodão orgânico.
E a sustentabilidade não pára no vestuário: a própria embalagem do produto é de celofane biodegradável e reutiliza barbantes e caixas de sapato. Além de ter uma bela camsieta, você ajuda o meio ambiente e alimenta as michocas do jardim.
As camisetas femininas estão disponíveis nos tamanhos pequeno, médio e grande. As masculinas no médio, grande e extra grande. À venda na página de Leda,
na Etsy, por $20 mais $8 do frete.
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A Rede Brasileira de Educação Ambiental (REBEA) promove entre os dias 22 e 25 de julho o VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, que irá reunir mais de 40 redes de educação ambiental e educadores do país. O evento será realizado no campus da Praia Vermelha, da UFRJ.
Durante os 4 dias, vão ocorrer cerca de 60 minicursos e oficinas, 10 mesas-redondas, 20 jornadas temáticas, encontros paralelos, lançamentos de livros, show musicais, festivais de cinemas, apresentação de pôsteres e o lançamento da 4ª edição da Revista Brasileira de Educação Ambiental.
A ABRACO (Associação Brasileira de Rádios Comunitárias) transmitirá ao vivo do Fórum para cerca de 100 rádios comunitárias. O evento será um espaço de diálogo entre a REBEA e demais redes ambientais, como a Rede Brasileira de Agendas 21 Locais, Rede da Juventude pelo Meio Ambiente, Rede de Justiça Ambiental, Rede Ecossocialista, Rede Brasileira de Informação Ambiental, Rede de Educomunicação Ambiental, Fórum Brasileiro de Ongs e Movimentos Sociais, APEDEMA-RJ, e o Movimento Nacional de Catadores.
Todas as informações como valores e inscrições podem ser vistas no site do evento, o endereço é
http://forumearebea.org.

O sistema modular “Transformer” (transformador, em português) permite fazer desde luminárias até banquinhos. Tudo isso, porque ele tem uma base retangular desmontável e várias pequenas pirâmides que se encaixam a ela, podendo transformar-se a todo momento.
Criado pelo designer chinês Chun-wei Liao, a novidade é toda feita com papelão reutilizado. Assim, você não disperdiça materiais caros à natureza e ainda se livra do consumismo, já que tem um produto multiuso em mãos. O lançamento foi feita na Semana do Design de Milão 2009.
O liro
Earth From Above é considerado um “
coffee table book”, um livro para ser deixado na mesinha de centro da sala para a visita folhear enquanto você sai para pegar um café ou atender ao telefone. Geralmente eles são ricos em fotos e econômicos nas palavras.
O recém-lançado
Earth From Above é um livro do gênero que vale a pena ter na sala. Trata-se de uma linda coleção de fotos incríveis tiradas por Yann Arthus-Bertrand durante os cinco anos em que ele passou viajando ao redor do mundo pelos ares.
São 170 fotografias coloridas espalhadas nas 524 páginas. Ali estão imagens dos cinco continentes – de 60 países, para ser mais exato. Paisagens urbanas, rurais, locais intocados, de todos os tipos.
Além disso, o autor também escreve os textos ali contidos, todos muito ecológicos, sérios, que pensam sobre o futuro do planeta e da população global. Vale a pena conferir.
Custa
35,99 dólares.
[Via Escafandro.org]

O bracelete Dyson não é um acessório comum. Além de enfeitar o braço, o produto fornece energia retirada do pulso para recarregar o aparelho celular do usuário. Funciona assim: o efeito termoelétrico, conhecido como Seebeck effect, resulta de uma conversão de diferentes temperaturas do corpo para a voltagem elétrica e vice e versa.
Infelizmente, o bracelete só consegue fornecer uma pequena taxa de energia para o aparelho móvel, quando você precisa desesperadamente fazer uma ligação de poucos minutos e ele está descarregado. Quem sabe se a tecnologia criada pelo grupo de designers Mathieu Servais, Camille Lefer, Clément Faydi e Mickaël Denié não seja mais devolvida futuramente e torne viável o funcionamento de um celular apenas através da temperatura do corpo do usuário?
Continue lendo Bracelete usa energia do pulso do usuário para recarregar celular
Lydia Guevara, a neta do revolucionário Che, é a estrela da nova campanha do PETA- People for the Ethical Treatment of Animals (Pessoas pelo tratamento ético de animais, em português), cujo slogan é: “Junte-se à revolução vegetariana”.

As fotos da campanha que será lançada em outrubro mostram Lydia semi-nua, com uma boina a la Che e cintiurões de bala que têm como munição cenouras. Será que para defender uma causa nobre como essa é mesmo necessário expôr o corpo feminino? Seria esse um “tratamento ético” das mulheres? Será que Che gostaria de ver a nova maneira através da qual a neta “camarada” deseja fazer revolução?
[Via Território Feminino]

Ao sancionar praticamente na integra a Medida Provisória 458 no dia 25 de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu uma oportunidade de tornar um pouco menos ruim uma lei que nasceu torta dentro das entranhas do próprio Executivo. Filha de um neófito em Amazônia, o ministro Mangabeira Unger, a 458 privatiza, praticamente sem custo para seus novos proprietários e sem a fiscalização do Estado, 67, 4 milhões de hectares de terras públicas na Amazônia. As áreas ocupadas de até 100 hectares serão doadas. A partir daí e até 400 hectares, será cobrado apenas um valor simbólico de seus ocupantes. As áreas maiores, com até 1.500 hectares, serão alienadas a valor de mercado, mas com prazo de carência de 20 anos.
O texto sancionado pelo presidente absolve o Estado da responsabilidade de governar a Amazônia. A Medida Provisória prevê a regularização da posse de terra pública invadida a partir de uma mera declaração de quem a ocupa. Ao tramitar pelo Congresso, a MP de Lula recebeu emendas que a deixaram ainda mais com cara de presente aos grileiros. Uma reduziu para três anos o limite para a alienação de grandes e médias propriedades. Outra dispensou de vistoria prévia terras com até 400 hectares. A terceira permitiu que pessoas que não moram nas terras reclamassem a posse usando preposto. A última, abriu a possibilidade para empresas pedirem a regularização de terras ocupadas. Lula vetou apenas as das empresas e a do preposto.
Mangabeira Unger trabalhou duro nos últimos dias para fazer o presidente ceder às pressões da bancada ruralista. Lula, infelizmente, capitulou, dando uma clara demonstração de que seu governo não tem qualquer compromisso com a sustentabilidade e o meio ambiente em sua política para a Amazônia.
O problema é que a MP 458 abre mão de controlar esse processo (regularização fundiária), regulariza a preço de banana ocupações ilegais e, portanto, incentiva ações futuras de grileiros. “O presidente prefere ouvir o Mangabeira que escutar as milhares de vozes que, desde que a medida chegou à sua mesa, pedem que a intervenção do presidente na proteção da floresta”, afirma Nilo D´Avila, coordenador de políticas públicas do Greenpeace. “Com essa medida, Lula se iguala ao general Médici com seu projeto amazônico terras sem homem para homens sem terra, provocando uma nova corrida às terras na Amazônia, o que pode estimular o desmatamento e provocar mais violência na floresta.”
fonte: greenpeace.org
Esta incrível peça publicitária da
agência Leo Burnett chama atenção para a poluição dos rios. Melhor a humanidade tomar juízo antes que só reste a opção de tomar uma água suja como essa. Como diz o cartaz: “Continue poluindo e em breve você pode não ter mais escolha”. O rio da imagem fica em Kuala Lumpur, na Malásia.
Uma alternativa interessante aos sacos plásticos, esta sacola de praia traz outras funções além de poupar o meio ambiente. A sacola Juice Bag Solar Beach Tote inclui um painel solar para garantir que seus gadgets não fiquem sem bateria reutilizando a energia limpa e natural do sol. Um produto muito funcional e ecologicamente correto, ele só dói mesmo no bolso:
são $250 por uma, na loja Reware.
[Via Tecnotrekos]