
A energia solar não deve se limitar à Terra. Pelo menos, é o que diz o roboticista Dr William Whittaker. Junto à empresa Astrobiotic Techonology, Whittaker resolveu desenvolver um protótipo movido à energia solar que explore a lua para encontrar materiais usados na missão Apollo 11, quando o homem teria pisado ali pela primeira vez, há 40 anos.

A criação tem dois motores no centro de cada roda, um radiador na superfície e a metade de um cone com painéis solares para alimentar as rodas, os computadores e o vídeo que possibilita comunicação com a Terra. Fique ligado para ver o resultado dos experimentos dessa turma que promete levar o robô à lua já em 2001.

Enquanto a maior parte de nós fica encantado em trazer o meio ambiente para dentro de casa, a artista
Lisette Spee em colaboração com o arquiteto
Vim Den Burg mostram que levar a casa para o meio ambiente também pode ser muito prazeroso. Juntos, eles produziram o design das “cadeiras gramado”, verdadeiras poltronas de grama que foram espalhadas pelo Parque Valkenberg, em Breda, nos Países Baixos. Uma ótima maneira de relaxar pensando verde e sem perder o conforto.
Continue lendo Artista e arquiteto espalham poltronas de grama em um parque dos Países Baixos
O designer
Chiyu Chen concebeu um sistema muito criativo para incentivar o transporte limpo e sustentável. Chamado Hybrid2, o projeto funciona da seguinte maneira: as pessoas alugam uma bicicleta, pedalam, devolvem-na a um quiosque e são pagas por isso. O pagamento é uma recompensa ao trabalho realizado pelos ciclistas.
Que trabalho? Ora, ao longo da pedalada, essas bicicletas são capazes de gerar e armazenar energia cinética que será usada posteriormente para fazer funcionar os ônibus híbridos e elétricos de qualquer cidade. Nada melhor do que presentear os ciclistas com um passe de ônibus que estará em movimento pelo trabalho deles próprios.
Na visão do designer, quanto mais energia os ciclistas geram, mais crédito eles estão dando ao transporte público, igualmente limpo e sustentável. Um verdadeiro ciclo de consciência ecológica e um plano viável para reduzir o trânsito e a poluição.
Uma das consequências do aquecimento global é o derretimento das geleiras. Dele, resulta a mudança completa de belos ecossistemas de nosso planeta, bem como a estinção de espécies animais que vivem nesses habitats. Para se sensibilizar com as geleiras, que muitas vezes parecem estar longe, veja a seleção de fotos da revista ODDE das 10 maravilhas congeladas mais fascinantes da natureza.

O aquecimento global é causado, entre outros motivos, pela emissão excerbada de CO2 na atmosfera através de atividades humanas como desflorestamento, produção industrial e circulação de automóveis.
Continue lendo As 10 maravilhas congeladas da natureza
Quem disse que o lixo não pode inspirar a arte? Para o artista estadunidense
Rick Ladd as tampas de garrafa são fonte de inspiração e matéria-prima de seus trabalhos. As tampinhas são reutilizadas em candeeiros, mesas, cadeiras, relógios, molduras e outras peças.
Ele recebe milhares de tampas de garrafas recicladas de um bar e diz que vê beleza e encontra inspiração nas coisas cotidianas, como a perfeição de uma simples tampinha descartada na rua. Ladd define seu trabalho: “É minha expressão pessoal como uma celebração da vida”, diz ele.
Essa audaciosa preocupação com o meio ambiente transformada em valor estético não agrada apenas ao artista. As produções de Ladd têm recebido muita atenção de musues e galerias, merecendo exposições em todo o território dos Estados Unidos, incluindo o Museu Alternativa e da American Primitive Gallery, em Nova York.
Muitas vezes não temos dimensão da variedade de objetos que são descartadas. Nos esquecemos também das diversas possibilidades de reutilização desses objetos.
Uma invenção que exemplifica isso muito bem são as tiras de pescoço para câmeras fotográficas feitas com cintos de segurança de carros de ferro-velho. Elas estão disponíveis em seis cores diferentes e têm o melhor estilo retrô.
Fabricadas artesanalmente pela
Souldier, as tiras são vendidas no
site Photomojo, especializado em fotografia e acessórios. Cada uma custa $20 e duas saem com desconto por $35.
O que você faz com lâmpas queimadas? Joga fora, certo? Segundo a ecologia e o coletivo de designers canadense
Castor Design, errado. O grupo transformou um conjunto de lâmpadas que não funcionavam mais em novas luminárias.
O único erro cometido pelos canadenses foi ter usado tubos incandescentes, que gastam mais energia. Mas nada que não possamos resolver fazendo uma luminária em casa com os econômicos tubos fluorescentes. A criação sai
por $1.500 na loja Matter.
O
site Photojojo deu uma dica muito bacana de como reutilizar um produto tão comum quanto uma máquina fotográfica velha. O site sugere que você desmonte a câmera e transforme suas peças em vasos para plantas e flores.
De lentes à própria estrutura do aparelho, dá a impressão de que qualquer parte pode ser transformada numa peça única de arte ecologicamente correta. Os artigos decorativos deixam o visual da sua casa muito mais criativo.
Portanto, se tiver alguma máquina de fotografia quebrada em sua casa, você já sabe que há um destino muito melhor que o porão ou o lixo para ela. Mais informações de como fazer os vasos, clique
aqui.
Apesar de parecer um teto comum, esse telhado é solar, ou seja, armazena energia limpa e renovável para toda a casa. Muito diferente dos telhados solares que estamos acostumados a ver, esse foi desenvolvido pela empresa
SRS Energy com o mesmo formato e tamanho de telhas comuns de terracota.
Porém, para tudo há um custo. A semelhança com os telhados comuns faz com que a eficência energética seja menor: atingindo de 8% a 20%. Ainda assim, esses painéis solares são capazes de gerar 860 Kwh ao ano a cada 10 m² de telhado em locais com média anual de seis horas de sol ao dia.
A adaptação da energia solar para edificações ainda engatinha, revelando preços altos e eficiência baixa. Porém, essa novidade nos dá esperanças de que em breve haverá mais e melhores opções, sobretudo no que se refere à adequação de um bom design a produtos ecologicamente corretos.
Para adquirir um objeto ecologicamente correto você tem que abrir mão de um design de qualidade? Essas lindas cadeiras do
Cohda Design provam que não. O estúdio desenvolveu máquinas que permitem que qualquer um faça sua própria cadeira a partir de garrafas plásticas usadas.
Segundo o
Cohda Design, a cada unidade produzida com a nova tecnologia, 89kWh são economizados, se comparado com o processo tradicional usado para produzir cadeiras plásticas. A economia é equivalente a 4450 horas de uso de uma lâmpada fluorescente de 20w.
Além disso, a cadeira pode ser reciclada novamente para a criação de outra, criando um ciclo virtuoso que poupa materiais e energia.
Continue lendo Estúdio de design cria máquina que transforma garrafas plásticas em belas cadeiras