Uma das consequências do aquecimento global é o derretimento das geleiras. Dele, resulta a mudança completa de belos ecossistemas de nosso planeta, bem como a estinção de espécies animais que vivem nesses habitats. Para se sensibilizar com as geleiras, que muitas vezes parecem estar longe, veja a seleção de fotos da revista ODDE das 10 maravilhas congeladas mais fascinantes da natureza.

O aquecimento global é causado, entre outros motivos, pela emissão excerbada de CO2 na atmosfera através de atividades humanas como desflorestamento, produção industrial e circulação de automóveis.
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Quem disse que o lixo não pode inspirar a arte? Para o artista estadunidense
Rick Ladd as tampas de garrafa são fonte de inspiração e matéria-prima de seus trabalhos. As tampinhas são reutilizadas em candeeiros, mesas, cadeiras, relógios, molduras e outras peças.
Ele recebe milhares de tampas de garrafas recicladas de um bar e diz que vê beleza e encontra inspiração nas coisas cotidianas, como a perfeição de uma simples tampinha descartada na rua. Ladd define seu trabalho: “É minha expressão pessoal como uma celebração da vida”, diz ele.
Essa audaciosa preocupação com o meio ambiente transformada em valor estético não agrada apenas ao artista. As produções de Ladd têm recebido muita atenção de musues e galerias, merecendo exposições em todo o território dos Estados Unidos, incluindo o Museu Alternativa e da American Primitive Gallery, em Nova York.
O liro
Earth From Above é considerado um “
coffee table book”, um livro para ser deixado na mesinha de centro da sala para a visita folhear enquanto você sai para pegar um café ou atender ao telefone. Geralmente eles são ricos em fotos e econômicos nas palavras.
O recém-lançado
Earth From Above é um livro do gênero que vale a pena ter na sala. Trata-se de uma linda coleção de fotos incríveis tiradas por Yann Arthus-Bertrand durante os cinco anos em que ele passou viajando ao redor do mundo pelos ares.
São 170 fotografias coloridas espalhadas nas 524 páginas. Ali estão imagens dos cinco continentes – de 60 países, para ser mais exato. Paisagens urbanas, rurais, locais intocados, de todos os tipos.
Além disso, o autor também escreve os textos ali contidos, todos muito ecológicos, sérios, que pensam sobre o futuro do planeta e da população global. Vale a pena conferir.
Custa
35,99 dólares.
[Via Escafandro.org]
“
The Age of Stupid” (A Era do Estúpido, em inglês) é um documentário futurista que mostra um homem velho vivendo num mundo devastado em 2055. Durante o longa, ele assiste imagens de arquivo de 2008, se perguntando: "por que nós não paramos as mudanças climáticas quando tivemos a chance?". O longa é o novo filme do diretor Fanny Armstrong e do produtor John Battsek. O ator principal é Pete Postlethwaite .
O filme recebeu boas críticas quando foi lançado, em 20 de março deste ano, na Grã-Bretanha, e, apesar de dificuldades de distribuição, espera ser exibido em outros países. Esperamos poder vê-lo e conscientizar pessoas com mais essa iniciativa criativa pela preservação do planeta.
Para mais informações, acesse o
site e saiba também o que você pode fazer para mudar o rumo da história.
Chocante. É esse o único adjetivo que consigo encontrar para definir uma série de imagens publicadas no blog dinamarquês
GigaPica Geenstijl. O tema das fotografias é a poluição do meio ambiente pelo mundo, com registros feitos em países como China, Grécia, Alemanha, Índia e Chile.
As imagens têm como objetivo alertar para um problema que é há muito tempo urgente, mas que não parece ser prioridade para a maioria da população e seus governantes.
Confira no
link e se sensibilize também para a necessidade de frear o consumo exacerbado e de levar a sério a reciclagem e a reutilização para preservar o planeta em benefício de todos os seres vivos.
Kawano Takeshi é um artista de Tóquio, Japão. Este é um dos seus projetos, “Cation for Global Warming”. Ele mostra animais de regiões frias, como o urso polar, o alce e os pingüins, derretendo.
A série busca alertar as pessoas sobre os perigos das conseqüências do aquecimento global, entre elas o derretimento das geleiras e a alteração de ecossistemas inteiros, que tem a ação humana irresponsável como causa.
A campanha foi patrocinada pelo centro de pesquisa de comunicação italiano,
Fabrica.
[Via Escafandro.org]
Dar uma segunda chance para troncos de madeira de árvores centenárias vindos de reflorestamento e do desmatamento ilegal. É essa a maior motivação que o designer brasileiro
Hugo França tem para realizar seu belo trabalho.
O objetivo de França não é tanto a criação de objetos funcionais, mas sim a produção de peças de caráter artístico que valorizem as características da madeira e a levem de volta ao convívio humano harmoniosamente. Na imagem, uma de suas interesssantes crianções, a namoradeira Suimi.
Para ver e/ou adquirir outras obras, visite o estúdio do designer ( Rua Gomes de Carvalho, 585 – Vila Olímpia, São Paulo/SP - Tel.: (11) 3045-6575) ou acesse o
site de França.
A artista Jenny Lee Fowler substituiu a folha de papel pela folha de árvore para realizar retratos de pessoas. Não sei se é muito mais ecológico, mas certamente é melhor retirar apenas uma folha da árvore do que derrubar o tronco todo para conseguir sua matéria-prima.
O resultado fica bem interessante e Fowler faz retratos por encomenda. Ou seja, você envia uma foto sua de perfil e pode escolher a folha de sua preferência para ter sua silhueta recortada nela.
Quanto à durabilidade, a artista alerta: “Por favor, mantenha o retrato longe da luz direta do sol. Eu não posso garantir que ele vai durar para sempre, mas tenho certeza de que você vai amá-lo enquanto ele estiver contigo.”
Encomendas podem ser feitas na
página de Fowler na Etsy, por $65. Caro demais para a efemeridade do que é oferecido, vocês não acham?
A artista Paula Hayes, natural de Massachusetts, EUA, tem um enorme encatamento por plantas. Tanto que lançou a coleção de jóias “Living Necklace”. São colares nos quais os pingentes são mini-vasos com plantinhas de verdade!
O objetivo de Paula, além de agradar na estética, é apontar para a tênue linha que separa as árvores de objetos. Pode-se tomar um pelo outro facilmente, ainda mais quando estão unidos, como nas peças que a artista produz.
Mas Paula Hayes sonha que um dia as pessoas entendam que os dois podem viver bem juntos, se houver respeito e sustentabilidade. Ela afirma: “Eu amo imaginar um futuro iluminado para a ciência, uma ciência que nos coloque próximos ao que é selvagem sem invadir esse outro mundo”.
[Via Território Feminino]
Um interessante trabalho do artista parisiense chamado Ludo fala da revanche da natureza (Nature's revenge). Ultimamente as produções desse artista urbano estão mais coloridas e as ilustrações de flores, árvores e cactos estão tomando a rua de volta. Veja mais imagens e até mesmo vídeos no site de Ludo.

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[Via Escafandro.org]