O liro
Earth From Above é considerado um “
coffee table book”, um livro para ser deixado na mesinha de centro da sala para a visita folhear enquanto você sai para pegar um café ou atender ao telefone. Geralmente eles são ricos em fotos e econômicos nas palavras.
O recém-lançado
Earth From Above é um livro do gênero que vale a pena ter na sala. Trata-se de uma linda coleção de fotos incríveis tiradas por Yann Arthus-Bertrand durante os cinco anos em que ele passou viajando ao redor do mundo pelos ares.
São 170 fotografias coloridas espalhadas nas 524 páginas. Ali estão imagens dos cinco continentes – de 60 países, para ser mais exato. Paisagens urbanas, rurais, locais intocados, de todos os tipos.
Além disso, o autor também escreve os textos ali contidos, todos muito ecológicos, sérios, que pensam sobre o futuro do planeta e da população global. Vale a pena conferir.
Custa
35,99 dólares.
[Via Escafandro.org]
“
The Age of Stupid” (A Era do Estúpido, em inglês) é um documentário futurista que mostra um homem velho vivendo num mundo devastado em 2055. Durante o longa, ele assiste imagens de arquivo de 2008, se perguntando: "por que nós não paramos as mudanças climáticas quando tivemos a chance?". O longa é o novo filme do diretor Fanny Armstrong e do produtor John Battsek. O ator principal é Pete Postlethwaite .
O filme recebeu boas críticas quando foi lançado, em 20 de março deste ano, na Grã-Bretanha, e, apesar de dificuldades de distribuição, espera ser exibido em outros países. Esperamos poder vê-lo e conscientizar pessoas com mais essa iniciativa criativa pela preservação do planeta.
Para mais informações, acesse o
site e saiba também o que você pode fazer para mudar o rumo da história.
Chocante. É esse o único adjetivo que consigo encontrar para definir uma série de imagens publicadas no blog dinamarquês
GigaPica Geenstijl. O tema das fotografias é a poluição do meio ambiente pelo mundo, com registros feitos em países como China, Grécia, Alemanha, Índia e Chile.
As imagens têm como objetivo alertar para um problema que é há muito tempo urgente, mas que não parece ser prioridade para a maioria da população e seus governantes.
Confira no
link e se sensibilize também para a necessidade de frear o consumo exacerbado e de levar a sério a reciclagem e a reutilização para preservar o planeta em benefício de todos os seres vivos.
Kawano Takeshi é um artista de Tóquio, Japão. Este é um dos seus projetos, “Cation for Global Warming”. Ele mostra animais de regiões frias, como o urso polar, o alce e os pingüins, derretendo.
A série busca alertar as pessoas sobre os perigos das conseqüências do aquecimento global, entre elas o derretimento das geleiras e a alteração de ecossistemas inteiros, que tem a ação humana irresponsável como causa.
A campanha foi patrocinada pelo centro de pesquisa de comunicação italiano,
Fabrica.
[Via Escafandro.org]
Dar uma segunda chance para troncos de madeira de árvores centenárias vindos de reflorestamento e do desmatamento ilegal. É essa a maior motivação que o designer brasileiro
Hugo França tem para realizar seu belo trabalho.
O objetivo de França não é tanto a criação de objetos funcionais, mas sim a produção de peças de caráter artístico que valorizem as características da madeira e a levem de volta ao convívio humano harmoniosamente. Na imagem, uma de suas interesssantes crianções, a namoradeira Suimi.
Para ver e/ou adquirir outras obras, visite o estúdio do designer ( Rua Gomes de Carvalho, 585 – Vila Olímpia, São Paulo/SP - Tel.: (11) 3045-6575) ou acesse o
site de França.
A artista Jenny Lee Fowler substituiu a folha de papel pela folha de árvore para realizar retratos de pessoas. Não sei se é muito mais ecológico, mas certamente é melhor retirar apenas uma folha da árvore do que derrubar o tronco todo para conseguir sua matéria-prima.
O resultado fica bem interessante e Fowler faz retratos por encomenda. Ou seja, você envia uma foto sua de perfil e pode escolher a folha de sua preferência para ter sua silhueta recortada nela.
Quanto à durabilidade, a artista alerta: “Por favor, mantenha o retrato longe da luz direta do sol. Eu não posso garantir que ele vai durar para sempre, mas tenho certeza de que você vai amá-lo enquanto ele estiver contigo.”
Encomendas podem ser feitas na
página de Fowler na Etsy, por $65. Caro demais para a efemeridade do que é oferecido, vocês não acham?
A artista Paula Hayes, natural de Massachusetts, EUA, tem um enorme encatamento por plantas. Tanto que lançou a coleção de jóias “Living Necklace”. São colares nos quais os pingentes são mini-vasos com plantinhas de verdade!
O objetivo de Paula, além de agradar na estética, é apontar para a tênue linha que separa as árvores de objetos. Pode-se tomar um pelo outro facilmente, ainda mais quando estão unidos, como nas peças que a artista produz.
Mas Paula Hayes sonha que um dia as pessoas entendam que os dois podem viver bem juntos, se houver respeito e sustentabilidade. Ela afirma: “Eu amo imaginar um futuro iluminado para a ciência, uma ciência que nos coloque próximos ao que é selvagem sem invadir esse outro mundo”.
[Via Território Feminino]
Um interessante trabalho do artista parisiense chamado Ludo fala da revanche da natureza (Nature's revenge). Ultimamente as produções desse artista urbano estão mais coloridas e as ilustrações de flores, árvores e cactos estão tomando a rua de volta. Veja mais imagens e até mesmo vídeos no site de Ludo.

Continue lendo A Revanche da Natureza: Ludo traz a fauna de volta ao concreto através do grafite
[Via Escafandro.org]
Há aproximadamente 1,2 bilhão de fumantes em todo o mundo. Agora, além do discurso sobre os malefícios do tabagismo, considere o enorme impacto ambiental de todas as bitucas descartadas por esses fumantes. As bitucas têm muitas substâncias tóxicas, o que dificulta a reciclagem desse material, mas isso não impede sua reutilização. Essa solução foi abraçada pelo artista estadunidense Tom Deininger, que usa as bitucas que recolhe pela rua como matéria-prima para as esculturas que produz. Uma idéia que pode inspirar muita gente, senão a parar de fumar, a, pelo menos, respeitar o meio ambiente e as gerações futuras.


A exposição Crise da Biodiversidade – A Natureza Ameaçada, que acontece no Museu de Zoologia em São Paulo-SP, reúne documentários, fotografias e edições raras do acervo científico do museu que nunca foram expostas antes.
Esses documentos mostram como a ação humana põe em risco vários tipos de animais e fazem parte do acervo do MZ que possui a maior coleção de zoologia da América do Sul, reunindo cerca de 8 milhões de espécimes.
O evento acontece até o dia 17 de maio. O MZ funciona de terça a domingo, das 10 às 17 horas, e fica na Avenida Nazaré, 481, Ipiranga, São Paulo. A entrada é quatro reais e gratuita no último domingo de cada mês.