Agora você pode respirar um ar mais puro dentro de casa, com o Andrea Air Filter. Ele é um estiloso purificador de ar criado pelo designer francês Mathieu Lehanneur com ajuda do professor de Harvard David Edward. O aparelho usa plantas comuns, iguais a que temos dentro de casa, para eliminar produtos químicos tóxicos que poluem o ar de dentro das casas.
Não existe a necessidade de trocar o filtro, pois o ar é puxado por um ventilador para dentro do aparelho e filtrado e metabolizado pela planta. Qualquer planta cultivada dentro de casa pode ser usada.
Você encontra o Andrea Air Filter no site
Amazon por US$199,99.
Um grande passo foi dado na luta contra o aquecimento global. 12 empresas assinaram um acordo para construir, no deserto do Sahara, o maior projeto de energia renovável do mundo que custará cerca de US$555 bilhões.
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Ouvir música pode se tornar uma experiência sustentável com o os fones de ouvidos Q-Sound conectados através da tecnologia Bluetooth.
A criação é de um estudante de engenharia da Romênia, Shepeleff Stephen. Ele combinou painéis solares hexagonais e flexíveis, tecnologia sem fio e peças rotatórias para o ouvido com o objetivo de criar um produto futurista, porém funcional, que não precisa de energia elétrica externa para funcionar.
Cada parte do fone contém duas bateriais recarregáveis de íons de lítium para armazenar a energia obtida pelos painéis solares do Q Sound. Uma única hora de sol resulta em quase 3 horas de funcionamento do aparelho no volume máximo. O recarregamento total dos fones acontece depois de 40 horas de exposição.
Stephen ainda não sabe quando o Q Sound será lançado no mercado, mas, quando isso acontecer, certamente será um sucesso entre praieiros e ecologistas.
[Via Tecnotrekos]
Na última semana, a Sony Ericsson lançou dois novos produtos para a linha “
GreenHeart” que tem como objetivo reduzir as emissões de carbonos das produções da empresa.
O celular C901 GreenHeart (acima) virá com manual de instruções dentro do próprio celular, o que vai poupar 90% do papel que seria gasto normalmente. O aparelho também é feito com 50% de plástico reciclado e inclui um display com sensor de luz que auxilia a poupar energia.
O segundo produto é um recarregador que utiliza menos energia para funcionar. Chamando de EP300 GreenHeart, o item é um dos primeiros do tipo a ser lançado no mercado e vem junto com o modelo Sony Ericsson Naite (abaixo).
A empresa calcula que, ao menos, 15% de emissões de CO2 são poupadas na produção do aparelho celular e do recarregador da linha “GreenHeart”. Para mais informações, clique
aqui.
[Via Mobpop]
José Goldemberg, Físico da Universidade de São Paulo e Ex-Secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, defendeu em sua palestra a expansão do etanol brasileiro de primeira geração. Em sua "aula", como denominou o apresentador do evento, o Prof. Goldemberg disse que o etanol de segunda geração é algo para daqui dez anos e nesse meio tempo há uma janela para o Brasil produzir o equivalente a até 10% da gasolina mundial em etanol com a tecnologia existente. Em meio ao seu pronunciamento foi ovacionado ao responder (a uma pergunta aberta) para um expectador que "políticos e acadêmicos têm problemas porque os acadêmicos lidam com fatos e políticos têm problemas com fatos".
Finalmente, foi homenageado pela sua sólida carreira científica e por tanto ter contribuido para criação da tecnologia brasileira de fabricação de etanol.

(Foto: Dr. Kjell Aleklett)
Às 12:15 do dia 2/6/2009, segundo dia do Ethanol Summit, ocorreu um importante debate entre cientistas interncaionais cujo tema foi : "Combustíveis Alternativos e o Futuro do Petróleo". O Dr. Kjell Aleklett (Professor da Universidade de Uppsala na Suécia e criador do termo "Oil Peak", que norteou uma série de estudos posteriores) e o Dr. Michael McAdams (Presidente da Associação de Biocombustíveis Avançados dos EUA) concordaram que o Brasil deve liderar a transição global dos combustíveis fósseis para os combustíveis renováveis.
Ontem, os dois possíveis presidenciáveis se encontraram no palco do Ethanol Summit. Tudo muito cordial, e politicamente refinado. Não fizeram alusão direta aos partidos oponentes e seguiram todo o protocolo determinado. Claro que estava em jogo uma disputa pelo apoio do poderoso setor sucroalcoleiro. Dilma fez um discurso bom, mas muito engessado. Serra arriscou mais, improvisou e se saiu melhor. Dilma falou em nome do governo, citou a Petrobrás e descreveu todo empenho da equipe ministerial pró-etanol de Lula . De fato, é de se tirar o chapéu o trabalho que o governo federal está fazendo a respeito do etanol no palco internacional. Serra falou dos avanços do Brasil e destacou a força paulista no contexto dos biocombustíveis. Adotou uma estratégia mais regional para adoçar o paladar dos usineiros. Falou em nome de São Paulo, como governador que é.
Essa disputa vai ser grande... Os jornalistas cercaram as duas personalidades e claro que o assunto princiapal foi a sucessão presidencial. Dilma minimizou o resultado das pesquisas que apontam vantagem para José Serra. De fato, é muito, mas muito cedo, para se falar em pesquisas. Se aqui no Brasil dizemos que o futebol é uma caixinha de surpresas, quiçá será nossa política...
A plenária com Bill Clinton no Etanol Summit estava lotada. Usineiros, executivos, cientistas, empresários do setor e mais de 300 jornalistas do mundo inteiro participam desse importante evento. A primeira questão levantada por Clinton foi, de fato, uma alusão às conversas que Obama e Lula estão tendo a respeito do etanol brasileiro, sobre o mercado norte americano e sobre a diminuição dos gases estufa promovida pelos combustíveis renováveis. Clinton elogiou a agenda dos dois atuais presidentes e reforçou: "Precisamos trabalhar juntos!". Disse também que é preciso analisar as contribuições da América e da Europa na busca de conseguirmos superar o fracasso do protocolo de Kioto.
Seu discurso incluiu a necessidade dos EUA em melhorar a tecnologia dos veículos atuais, além da tecnologia de distribuição de energia elétrica desse país, visto que é ineficiente e baseada em combustíveis fósseis. Se, por um lado, apontou as ineficiências do setor elétrico do seu país, por outro, fez questão de comentar sobre a capacidade dos EUA em desenvolver técnicas para diminuir o consumo dos edifícios em até 40%.
Lembrou que o Brasil precisa definir sua política fundiária para reduzir o desmatamento, mas, ao final enfatizou que o Brasil, com o etanol, pode chegar a um novo patamar de prosperidade e continuar sendo uma das nações líderes na questão energética-ambiental.
Ouça na íntegra o pronunciamento do presidente do BNDS, Luciano Coutinho, a respeito dos investimentos do governo em energia renovável, em particular bo caso do etanol de cana-de-açúcar.
Ethanol Summit 2009 - Em mensagem enviada remotamente, o presidente Lula dá sua declaração no Ethanol Summit 2009 e fala da importância do etanol para o meio ambiente do planeta.